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27 Nov 2018 10:42
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<h1>Por Que Lemann Diz Que &eacute; Um “dinossauro Apavorado”</h1>

<p>Extra&ccedil;&atilde;o ilegal de madeira &eacute; um dos fatores de degrada&ccedil;&atilde;o. Uma floresta afetada na an&aacute;lise ilegal de madeira, na ca&ccedil;a e por pequenos inc&ecirc;ndios, entretanto ainda em p&eacute;, poder&aacute; parecer, &agrave; primeira visibilidade, um assunto bem melhor do que uma &aacute;rea totalmente desmatada, atingida pelo corte raso. Efetivamente, ter algumas &aacute;rvores &eacute; mais do que n&atilde;o ter nenhuma. Todavia uma pesquisa recente revelou que, em termos de prote&ccedil;&atilde;o da biodiversidade, essa floresta talvez n&atilde;o seja t&atilde;o melhor dessa maneira. De acordo com o estudo internacional, apresentado existe um ano pela revista Nature, estes dist&uacute;rbios conseguem dobrar a perda de esp&eacute;cies neste momento ocasionada pelo desmatamento. Com consequ&ecirc;ncia que contrasta com o senso comum, o servi&ccedil;o, tal como a pr&oacute;pria degrada&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; de acess&iacute;vel compreens&atilde;o. Nesta ter&ccedil;a-feira, 20, ele ganha uma nova “tradu&ccedil;&atilde;o” com o lan&ccedil;amento de uma plataforma que, por meio de mapas, gr&aacute;ficos e infogr&aacute;ficos in&eacute;ditos, permite ver de perto as causas, a grandeza e o choque da degrada&ccedil;&atilde;o pela Amaz&ocirc;nia.</p>

<p>O projeto “Floresta Silenciosa” foi pensado por uma equipe de jornalistas ambientais especializados em visualiza&ccedil;&atilde;o de dados - a Ambiental Media - com o apoio dos autores do estudo do ano passado e cientistas ligados &agrave; Rede Amaz&ocirc;nia Sustent&aacute;vel (RAS). O material foi compartilhado em primeira m&atilde;o com o Estado a partir do blog Ambiente-se. Pra compreender os 2 trabalhos, &eacute; preciso primeiro compreender o conceito de degrada&ccedil;&atilde;o. O defeito est&aacute; na mira do governo e dos sistemas oficiais de supervisionamento j&aacute; que &eacute; entendido como o precursor de um mal superior, de um desmatamento total que pode vir a ser consolidado no futuro. Todavia os cientistas defendem que essa degrada&ccedil;&atilde;o em si j&aacute; &eacute; o defeito. Pelo mapa acima, &eacute; poss&iacute;vel ter uma consci&ecirc;ncia disso.</p>

<p>Durante o tempo que a Amaz&ocirc;nia perdeu, por desmatamento, cerca de 20% de sua &aacute;rea, por&ccedil;&atilde;o da floresta que resta de imediato n&atilde;o &eacute; o que era antes por causa da degrada&ccedil;&atilde;o. E esse dificuldade &eacute; de mais complexo detec&ccedil;&atilde;o. Quando vis&atilde;o do alto, essa floresta tende a parecer normal, por causa de as copas das &aacute;rvores restantes escondem as falhas no teu interior, sendo dif&iacute;cil visualiz&aacute;-las por sat&eacute;lite. “No desmatamento, assim como chamado de corte raso, a floresta desaparece por completo pra conceder recinto ao pasto, &agrave; monocultura ou, porventura, ao claro abandono.</p>

<p>A degrada&ccedil;&atilde;o, por outro lado, disfar&ccedil;a-se melhor. Ela podes tomar as fei&ccedil;&otilde;es de uma &aacute;rea verde que, para olhos menos treinados, em muito se parece com uma floresta intacta. Tal caracter&iacute;stica colabora para que a degrada&ccedil;&atilde;o seja mais dif&iacute;cil de quantificar e seu duelo, menos popular”, descreve o grupo. “Embora a degrada&ccedil;&atilde;o agora venha sendo discutida, ainda n&atilde;o est&aacute; no escopo das pol&iacute;ticas de que forma t&aacute; o desmatamento. “A floresta est&aacute; l&aacute;, entretanto em particularidade inferior a que estaria se n&atilde;o tivesse sofrido com fogo e com extra&ccedil;&atilde;o de madeira. O valor de conserva&ccedil;&atilde;o dessa floresta fica muito abaixo do esperado. Nossa legisla&ccedil;&atilde;o, o C&oacute;digo Florestal foca se uma determinada &aacute;rea tem ou n&atilde;o tem floresta. Todavia s&oacute; essa distin&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; bastante.</p>
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<p>O que &eacute; esta floresta que estamos deixando? Qual &eacute; a per&iacute;cia dela de se recuperar e retornar a ser o que era antes? Foram estes questionamentos que o grupo de quase 30 pesquisadores levou a campo por dois anos e meio. Trabalhando numa por&ccedil;&atilde;o do Par&aacute;, nos munic&iacute;pios de Santar&eacute;m e Paragominas, eles sa&iacute;ram &agrave; ca&ccedil;a de amostras de esp&eacute;cies de &aacute;rvores, aves e besouros, considerados bons indicadores de propriedade ambiental.</p>

<p>H&aacute; esp&eacute;cies que s&oacute; vivem no momento em que o local &eacute; muito bem mantido. H&aacute; outras que s&atilde;o mais adaptadas e vivem em qualquer local. Se somente essas s&atilde;o encontradas, &eacute; por causa de o caso ali de imediato n&atilde;o &eacute; dos melhores. Pela plataforma, h&aacute; uma &aacute;rea interativa dedicada &agrave;s aves que explica essas peculiaridades.</p>

<p>Pra toda a regi&atilde;o, a estimativa &eacute; que prontamente tenha sido desmatada por volta de 20% da &aacute;rea original. Entretanto, segundo os autores, liderados por Jos Barlow, da Faculdade de Lancaster (Reino Unido) e do Museu Em&iacute;lio Goeldi, isto n&atilde;o significa que s&oacute; 20% da biodiversidade sumiu. “Porque quando houve o desmatamento, muito por ventura essas &aacute;reas n&atilde;o estavam mais em teu potencial m&aacute;ximo. De imediato tinham sofrido com a degrada&ccedil;&atilde;o antes. Portanto estimamos o dobro de perda de biodiversidade”, explica Joice.</p>

<p>Alerta para a restaura&ccedil;&atilde;o. Pros pesquisadores, &eacute; preciso, mas, cuidado para n&atilde;o compreender a mensagem erradamente. “Muita gente podes encontrar, com os resultados do estudo, que se a floresta n&atilde;o presta mais o mesmo servi&ccedil;o sendo assim podes derrubar de vez. &Eacute; claro que uma floresta degradada &eacute; milh&otilde;es de vezes mais v&aacute;lida que n&atilde;o ter floresta. Mas quanto mais degradadas, menos servi&ccedil;os v&atilde;o prestar”, comenta Toby Gardner, do Instituto Ambiental de Estocolmo e um dos fundadores da RAS.</p>

<p>“Temos de enxergar neste local uma janela pra segurar esse modo e restaurar as &aacute;reas degradadas”, complementa. Ele defende que em circunst&acirc;ncias de mi&uacute;do or&ccedil;amento pra conserva&ccedil;&atilde;o, que o tema deveriam ser estas florestas que ainda existem, contudo est&atilde;o degradadas. “As interven&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis para combater a degrada&ccedil;&atilde;o florestal s&atilde;o de custos muito menores do que tentar regenerar &aacute;reas agora desmatadas e s&atilde;o capazes de levar vasto benef&iacute;cio”, diz.</p>

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